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Paróquia de S. Martinho de Bougado - Trofa - Ministros Extraordinários da Comunhão

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Ministros Extraordinários da Comunhão


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Objectivo: Colaborar na Distribuição da Comunhão nas eucaristias; Visitar os doentes e levar a comunhão; Incentivar a devoção ao SS. Sacramento

Reuniões: Pontualmente

Coordenadores: José Cepa Viana e Isilda de Sá Couto Reis

 

Contactos:

 

Rua S. Martinho nº 118

 

4785 – 359 Trofa

 

Telefone 252412883 Cartório Paroquial

 

Telémovel José Viana 917323820

 

Email do Grupo: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Podem consultar a escala de serviço dos MEC neste Link

 

 

 

MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO

 

 

A Instrução Immensae Caritatis da Sagrada Congregação dos Sacramentos, de 1973, aprovada pelo Papa Paulo VI, entendeu ser necessário autorizar ministros extraordinários da Comunhão, para os fiéis que, em estado de graça, reta e devotamente, desejassem participar do banquete sagrado, não fossem privados desse conforto e remédio sacramental.

Desta Instrução e autorização emanada do Concilio Vaticano II, no dia 11 de Abril de 1974, o senhor Bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes, designou 168 ministros extraordinários da Comunhão, na missa da Ceia do Senhor em Quinta-feira Santa, os primeiros da diocese do Porto.

O Sr. Bispo D. António Ferreira Gomes na homilia da referida missa e na sua conclusão dirige-se assim aos ministros designados.

«O mais importante porém será que os próprios ministros desta liturgia como corporação diocesana, se tornem uma escola de educação permanente da Fé, ao nível das respectivas comunidades e, por estas, da Igreja diocesana…»

«Para isso será preciso, pelo estudo e meditação, mergulhar profundamente nas verdades da Fé e saber expô-las na linguagem do nosso tempo e ao nível intelectual médio da comunidade a que vos ofereceis…»

Nisto podeis vós prestar à Igreja um serviço ministerial que os sacerdotes não podem prestar… Vós, sim, podeis e deveis acompanhar os vossos irmãos, como companheiros normais e leais no crescimento e afinação da fé vivida. Concluiu

A nossa Paróquia no Ano de 1976 na pessoa do saudoso Senhor Padre Joaquim Ribeiro, entendeu convidar para este serviço eclesial sete (10) pessoas tendo sido designadas nesse mesmo ano pelo Bispo da Diocese do Porto (nossa Diocese) em exercício D. Júlio Tavares Rebimbas. Assim nasceu na paróquia o Grupo Paroquial dos ministros extraordinários da Comunhão que hoje (ano 2015) é constituído por 45 pessoas.

A escolha dos novos candidatos e a recondução dos actuais é sempre da inteira responsabilidade do Pároco, segundo as normas diocesanas e da Introdução Geral ao Missal Romano (IGMR).

Neste sentido aqui não pode haver autopropostas. Este importante serviço litúrgico não pode ser visto de forma alguma como uma promoção pessoal, patamar ou escalão ambicionado numa espécie qualquer de carreira dentro da Igreja.

Qual a vocação e missão dos ministros extraordinários da Comunhão?

Sobre esta questão nada melhor que invocar D. António Francisco dos Santos, Bispo da diocese do Porto em exercício. Na homilia da missa da tarde do primeiro domingo de Outubro do ano 2015 que conferiu a investidura a 154 novos ministros extraordinários da comunhão, partindo da actualidade da Igreja Universal, aproveitou o ensejo para projectar uma nova luz sobre a vocação e missão dos MEC na sua relação com a família.

Nessa homilia começa por afirmar « a vocação e missão dos MEC passa muito pela necessidade, pela procura e pelo encontro das famílias. Sobretudo daquelas famílias que têm membros doentes ou idosos nas suas casas».

Neste sentido o Prelado desenvolveu a sua reflexão sobre a vocação e missão dos MEC em 7 pontos:

  1. A vocação dos MEC’s é um chamamento de Deus. «Vós estais a servir porque Deus vos chamou. E é Ele que vos envia, pela nossa voz e pelo testemunho da comunidade diocesana. É ele que vós levais na comunhão que ides repartir e multiplicar por aqueles a quem visitais. Convosco vai o Senhor porque antes de vós irdes, já Ele vos chamou para vos enviar».

  1. Os MEC desempenham uma missão em nome da Comunidade: «Ninguém vai por iniciativa própria; ninguém por decisão de autonomia pessoal: vai em nome da comunidade. E é por isso com a vossa presença está presente toda a comunidade. … Mesmo quando estais sozinhos com aqueles a quem ides levar a Sagrada Comunhão, convosco está toda a Comunidade, … está a certeza de que a comunidade não se confina às paredes da Igreja onde se celebra a Eucaristia dominical».

  1. A missão dos MEC é um serviço particularmente dirigido às famílias: «não vamos visitar uma pessoa: vamos visitar uma família». «Sede presenças junto das famílias: dirigi-vos a cada família no seu todo, sem vos imiscuirdes na intimidade de cada família mas responsabilizando-vos no bem de toda a família e … trazendo à comunidade os sentimentos, o viver, a preocupação e necessidades de cada família».

  1. Os Mec são «discípulos missionários enviados às periferias». «Há tanta gente, mesmo próxima fisicamente no território das nossas igrejas, que vive tão distante, a quem falta quem os visite, a quem a solidão estabelece muros que separam…»

  1. Os MEC são « mensageiros da alegria do Evangelho». «Levai a voz do Evangelho que foi proclamado na Eucaristia em que participastes; levai os desafios que o Evangelho vos traz: e levai a criatividade que o Evangelho vos oferece. Porque levais o Autor do Evangelho».

  1. Os MECs devem ser «presença da ternura de Deus e testemunhas da misericórdia divina» junto daqueles que visitam.

  1. Os MECs são-devem ser- « o rosto terno e materno da Igreja do Porto.

No final da referida celebração, e em jeito de despedida, o senhor D. António agradeceu às famílias dos novos MECs. Porque também eles têm família e toda a família é envolvida neste serviço de um dos seus membros que tantas vezes obriga a modificação de planos, programas e horários.

Cremos com o descrito ter informado as funções do ministro extraordinário da comunhão na sua vocação e missão.

 

Este Grupo Pastoral do Setor Litúrgico pertence por inerência ao Conselho Pastoral Paroquial, que sob a orientação do seu Pároco é coordenado por duas pessoas que têm competência e responsabilidade de receber os pedidos de distribuição da Comunhão aos doentes, programar e preparar as suas reuniões, e apresentar anualmente o seu balanço de actividades e Plano de actividades a realizar em cada ano Pastoral ao Conselho Pastoral Paroquial.

 

Obs.: se algum doente quiser receber a Sagrada Comunhão ao fim de semana, deve contactar o responsável deste grupo ou o pároco.


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