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Paróquia de S. Martinho de Bougado - Trofa - Grupo de Leitores

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Grupo de Leitores


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Objectivo: Proclamação da Palavra de Deus nas Eucaristias

Reuniões: Primeira quinta feira de cada mês, às 21.00h, na Cripta da Igreja Nova

Responsável: Hideberto Maia / Isabel Conceição G. F. Loureiro

Podem contactar os responsáveis através dos contactos do cartório:
Rua S. Martinho nº 118
4785 – 359 Trofa
Telefone: 252412883 / 915699765
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Obs.: Podem pertencer a este Grupo todos os que tenham terminado a catequese da infância e adolescência. Devem aparecer nas reuniões gerais de leitores. Neste LINK poderão encontrar a escala de leitores

Documentação litúrgica sobre o leitor: http://www.liturgia.pt/anodafe/Textos_sobre_o_leitor_liturgico_a_partir_do_VaticanoII.pdf

 

Alguns textos sobre os leitores e a liturgia

I

O LEITOR E O TEXTO A LER

(Excertos do opúsculo “Formação de Leitores”, publicado pelo Secretariado Diocesano de Liturgia)

1. O leitor não é dono do texto

O leitor perante um texto coloca-se na atitude não de dono que pode fazer o que muito bem lhe apetece, mas de um humilde servo que procura assimilá-lo plenamente para o transmitir fielmente. Primeiramente procura os meios, técnicos e pedagógicos, que lhe permitam penetrar e proferir de forma justa o texto.

A leitura em público tem as suas leis próprias. É preciso conhecê-las e pô-las em prática se se quiser, não só ser ouvido, mas escutado. Para ler em público não é evidentemente necessária a mesma aprendizagem a que está sujeito um actor de teatro ou um locutor da rádio ou da televisão, etc.. Mas há um mínimo abaixo do qual se deixa de ser sério quer aos olhos dos homens quer de Deus. Ora este mínimo de leis próprias é geralmente desconhecido do leitor para quem a leitura na Missa constitui a única ocasião de ler em público. Ninguém estranhará, porquanto não é essa a sua profissão.

Mas, então, é necessário que alguém - alguém com competência - o ensine e que ele próprio se disponha a aprender, com humildade e muita dedicação. Para a arte de dizer é necessário socorrer-nos dos cultores das artes da palavra (declamadores, actores, etc.). Os livros podem ser úteis, mas neste campo ensinam pouco, porque esta é uma disciplina essencialmente prática. Mas, para além disso, são indispensáveis conhecimentos de interpretação textual, bíblica e litúrgica. Conhecer a mensagem (apropriar-se dela) e transmiti-la (em toda a sua pureza e com toda a sua força expressiva)...

2. Alguns conselhos para uma preparação imediata

Leia primeiro em voz baixa, numa espécie de pesquisa do terreno, a fim de detectar os obstáculos ou as dificuldades que possam surgir: vocábulos difíceis quer quanto à pronúncia, quer quanto à intelecção; a pontuação, sinalizando as pausas para a respiração, a extensão dos períodos, descobrindo o ritmo e o andamento de modo a aplicar-lhes a sua capacidade respiratória; os pensamentos e sentimentos expressos no texto, de modo a possuí-los interiormente, o estilo do texto com os seus diálogos, interrogações e exclamações, etc.

«O primeiro cuidado que se há-de ter, quando se apresenta uma frase ou um período, é o de lê-lo com os olhos várias rezes antes de proferi-lo vocalmente. Examinar primeiro o sentido; compreender as ideias; assenhorear-se dos sentimentos. Ver depois a pontuação, as pausas para a respiração, ter cuidado com a acentuação dos vocábulos, com a pronúncia isolada das consoantes. Só depois deste exame completo, atacar então com calma e energia o período» (Manual de Califasia... de Silveira Bueno).

Leia de seguida em voz média: evitando, com todo o cuidado, a pressa; esforçando-se por articular bem as palavras; vigiando uma correcta respiração. Pode ajudar a recitação em recto tonu, quer dizer, sobre uma nota, sem qualquer expressão, atendendo apenas à respiração, articulação e tonalidade agradável. Trata-se de uma leitura simples e justa. Mas esta primeira fase é capital, é a base de qualquer leitura ou interpretação. Quem não souber respirar, articular bem, nunca poderá fazer nada.

Entramos então na leitura expressiva. Trata-se agora de penetrar nas ideias e de tomar posse dos sentimentos do autor. Aqui, desempenha um papel importante a exegese bíblica e a leitura litúrgica. O trabalho material foi realizado na fase anterior. Agora trata-se de pôr a funcionar a sua inteligência e sensibilidade. Muitos fracassam na leitura em público porque vão interpretar assuntos que não compreendem e, consequentemente, serão incapazes de sentir. O que a razão não compreende, dificilmente o poderá experimentar o coração em toda a sua riqueza emocional. Na leitura expressiva não deve cingir-se à pontuação escrita. É necessário não só alterá-la, como, por pezes, modificá-la inteiramente. O autor, quando escreveu, ateve-se às regras gramaticais (fez um trabalho para os olhos); o leitor fará um trabalho para os ouvidos. Por isso, a pontuação escrita é, por vezes, excessiva quanto à pontuação que o leitor deverá dar. Cada um deverá criar os sinais gráficos (que não vêm em nenhuma gramática) que melhor correspondam ao que se pretende expressar pela leitura. Note-se que a pontuação oral difere de pessoa para pessoa. O juiz supremo será sempre o texto objectivo e, portanto, o respeito pela objectividade do texto...

 

II

DEZ CONS ELHOSPARA O BOM LEITOR

1. Ler antes a leitura. Se possível, em voz alta e várias vezes. Lê-la para entender bem o sentido, e para ver que entoação há que dar a cada frase, quais se devem realçar, onde estão os pontos e as vírgulas, em que palavras poderíamos enganar-nos... etc.

2. Junto do ambão, estar atento à posição do corpo. Não se trata de adoptar atitudes hieráticas e rígidas, mas também não se deve ler, por exemplo, com as mãos nos bolsos.

3. Situar-se a distância adequada do microfone para que se ouça bem. Às vezes, por causa do afastamento, ouve-se mal.

4. Não começar antes de o microfone estar à distância justa (qual é a distância justa, deve ter-se aprendido antes: a um palmo da boca costuma ser a colocação adequada).

5. Ler lentamente. O principal defeito dos leitores, neste país de nervos e de pouca formação para a leitura em público, é precisamente este: o ler depressa. Se se lê velozmente, os ouvintes talvez consigam entender-nos, mas o que lemos não penetrará neles. Há que afastar, pois, o estilo do que sobe a correr, começa a leitura sem olhar para as pessoas, e vai-se ainda mais depressa.

6. Ao chegar ao ambão, respirar antes de começar, ler fazendo as pausas nas vírgulas, uma respiração completa no ponto e uma pausa mais longa antes de dizer “Palavra do Senhor”. Aguardar ainda, junto do ambão, pela resposta do povo, e só depois voltar para o seu lugar.

7. Aprender a ler sem pressas, com aprumo e segurança, certamente que custa: por isso é importante fazer tantos ensaios e exercícios quantos sejam necessários. É a única forma.

8. V ocalizar. Isto é, sublinhar cada sílaba, mover os lábios e a boca, não se atropelar, não baixar o tom nos finais de frase. Sem afectação nem comédia, mas recordando que se está actuando em público, e que o público tem o direito a entender bem. E uma actuação em público é diferente duma conversa na rua.

9. Olhar para as pessoas. Os olhos não hão-de estar fixos todo o tempo no livro, mas de vez em quando há que levantá-los e dirigi-los com tranquilidade para os que nos escutam. Isso cria o clima de comunicação necessário para uma boa leitura. E ajuda a sublinhar as frases mais importantes: olhar as pessoas numa frase importante fá-la penetrar mais. Além disso ajuda o clima de leitura lenta de que já falámos.

10. Ler com a cabeça levantada. A voz aparece mais clara e o tom mais elevado. Também assim se pode olhar mais facilmente para a assembleia. Se for necessário, pode tomar-se o livro levantando-o, para não ter que baixar a cabeça.

 

III

MAIS ALGUNS CONS ELHOS AOS LEITORES

1. Uma coisa importante a fazer compreender a um leitor é a diferença entre a leitura privada e o tom público. Há leitores que têm dificuldade em tomar consciência desta diferença. Lêem para trinta pessoas como se estivessem a ler para duas. O tom público tem regras diferentes da leitura privada. Exige que se fale lentamente, que a palavra lida se dirija às pessoas mais afastadas, utilizando-se um tom mais elevado do que o habitual

2. Comprometer-se com a palavra. A assembleia deve comprometer a sua fé na palavra proclamada, tanto como o leitor... As respostas à saudação do leitor, a aclamação no fim das leituras, o refrão do salmo responsorial ou a proclamação comum do Credo concorrem para manifestar isso.

3. Fazer com que a palavra tome corpo. O Verbo de Deus encarnou no seio da Virgem. A palavra lida deve encarnar na vida de quem a escuta. É a vida de todos aqueles que se reúnem para a liturgia que deve “meter” a palavra no mundo. Cada qual é enviado à sua acção quotidiana e todo o grupo ao seu lugar no mundo dos homens.

4. A relação do leitor com a assembleia. A boa vontade de um leitor não chega para que seja vivido o que se disse anteriormente. Para cada aspecto entra em jogo a sua relação com todaa assembleia.

5. Dar voz à palavra. Trata-se de uma palavra proclamada diante de pessoas que escutam. Tudo o que polariza a atenção, tudo o que ajuda a audição é importante: esperar, para ler, que todos estejam em silêncio; deixar espaços na leitura; não ler tudo de seguida e rapidamente; dar tempo à palavra de penetrar naquele que a escuta; e ter cuidado com a atitude corporal.

 

IV

LEITURAS DEFICI ENTES QUE FAZEM RIR

Aqui se coligem alguns exemplos de leituras deficientes. Não o fazemos por falta de respeito pelos leitores que alguma vez tiveram a infelicidade de ler dessa maneira, mas apenas para pedir a todos, que preparem sempre, com a devida antecedência, aquilo que vão ler, e não se atrevam a fazê-lo apenas à última hora, porque são esses os que mais vezes tropeçamna proclamação, mesmo que tenham cursos superiores.

 

Leitura errada: “Eu sou o Senhor e não há outro fora de Mim; não há Deus”.
Leitura certa: “Eu sou o Senhor e não há outro; fora de Mim não háDeus”.

Leitura errada: “Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Julião”.
Leitura certa: “Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João”.

Leitura errada: “O homem desabrocha como a flor do campo: mal soprao vento logo desaparece”.
Leitura certa: “O homem desabrocha como a flor do campo: mal sopra o vento, logo desaparece”.

Leitura errada: “Depois que Nabuduconosor, rei de Babilónia, deportou Jenias”
Leitura certa: “Depois que Nabucodonosor, rei de Babilónia, deportouJeconias”.

Leitura errada: “O Espírito Santo Paratico, que o Pai enviará em meu nome”,
Leitura certa:  “O Espírito Santo Paclito, que o Pai enviará em meu nome”.

Leitura errada: “Seremos arrebentados nos ares juntamente comeles”.
Leitura certa: “Seremos arrebatados nos ares juntamente com eles”.

Leitura errada: “Sereis odiados por todos, por causa do meu nome; mas quem perzeverar até ao fim será salvo”.
Leitura certa: “Sereis odiados por todos, por causa do meu nome; mas quem perseverar até ao fim será salvo”.

Leitura errada: “Leitura do Livro do outro Demónio”.
Leitura certa: “Leitura do livro do Deuteronómio

Leitura errada: “Com óleo me perfurais a cabeça”
Leitura certa: “Com óleo me perfumais a cabeça”.

Leitura errada: “Leitura do Livro do Êxito”.
Leitura certa: “Leitura do Livro do Êxodo”.


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